Processos de indeterminação em Acronon de H. J. Koellreutter

Autores

  • Isabela Martins Bonafe Universidade Federal do ABC-UFABC, São Bernardo do Campo, São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.14393/OUV24-v15n1a2019-14

Resumo

O presente trabalho propõe a análise da peça Acronon, do maestro e compositor Hans Joachim Koellreutter, com base nas estéticas da indeterminação dos compositores John Cage e Pierre Boulez. Ambas as estéticas do século XX divergem a terminologia em significado, porém ainda sim é possível encontrá-las no processo de criação da peça para piano solo, Acronon. Buscar-se-á demonstrar como tais estéticas, por vezes divergentes, convergem na obra de Koellreutter, Acronon, por meio da análise e estudos a cerca do indeterminismo e serialismo de John Cage e Pierre Boulez.

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Biografia do Autor

Isabela Martins Bonafe, Universidade Federal do ABC-UFABC, São Bernardo do Campo, São Paulo.

Aluna especial na Universidade Federal do ABC (UFABC) no Programa de Mestrado de Neurociência e Cognição, via fluxo contínuo da UFABC campus São Bernardo, no curso de Neurociência sob orientação da professora Dra. Patrícia Vanzella. Possui Licenciatura em Música/Educação Musical-(FIC), Faculdade Cantareira, São Paulo-SP. Formação musical: Aulas com a Pianista Lucielena Toledo Terrible (Campinas, Teoria); com o professor Samuel Lima (OSMC) de violino; professor Davi Graton (OSESP) de violino; com a professora Elisa Fukuda (FIC) de viola. Participação no CD do violonista e cantor Daniel Conti- Estadia - (2016). Em 2018 foi professora de na Escola Livre Sofia (escola Waldorf básica) na cidade de Campinas-SP. Atualmente, é professora particular de Violino, Viola, Violão e Teoria Musical na cidade de São Paulo. (<http://lattes.cnpq.br/1472421397795520>). AFILIAÇÃO: Universidade Federal do ABC-UFABC, São Bernardo do Campo, São Paulo.

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Publicado

2019-06-17

Como Citar

BONAFE, I. M. Processos de indeterminação em Acronon de H. J. Koellreutter. ouvirOUver, [S. l.], v. 15, n. 1, p. 206–218, 2019. DOI: 10.14393/OUV24-v15n1a2019-14. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/ouvirouver/article/view/47135. Acesso em: 24 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos