Black Women

Diversity and Negotiations in Feminist Theories

Authors

  • Pollyanna Fabrini Silva UNESP-Marília

DOI:

https://doi.org/10.14393/

Keywords:

Feminisms. Gender. African Feminists. Epistemology, Social Sciences.

Abstract

This article analyzes how the construction of Western epistemologies has marginalized other forms of knowledge and how feminist analyses have incorporated racial relations. It discusses the epistemic shift that complexifies gender and racial oppression, mapping new perspectives, highlighting tensions and negotiations between gender and race theories, and emphasizing the diversity within the contemporary theoretical field.

Author Biography

  • Pollyanna Fabrini Silva, UNESP-Marília

    Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista “Júlio Mesquita Filho” – UNESP / campus Marília/SP

References

Africana Aportaciones para la descolonización del feminismo. Colección Pescando husmeos nº 10. Editora Oozebap. Barcelona, 2013.

African Woman’s Development Fund (AWDF) – Disponível em: https://awdf.org/ Acesso em: março de 2025.

AQUINO, Raisa Conceição Barbosa de. Sobre a complementariedade entre os sexos: discutindo as relações entre homens e mulheres nos discursos do feminismo hegemônico e de intelectuais da África Subsaariana. Cad. Gên. Tecnol., Curitiba, v. 13, n. 41, p. 154-167, jan/jun. 2020.

AKOTIRENE, Carla. O que é interseccionalidade. Feminismos Plurais. Belo Horizonte: Letramento, 2018.

AMAEFULA, Rowland Chukwuemeka. «African Feminisms: Paradigms, Problems and Prospects». In Feminismo/s, 37 (January 2021): 289-305. https://doi.org/10.14198/ fem.2021.37.12

Baobab pelos Direitos Humanos da Mulheres. Disponível em: https://progressive.international/members/3e549684-795b-4073-8bad-47befff3accf-baobab-for-womens-human-rights/pt-br Acesso em abril, 2025.

BAKARE-YUSUF, Bibi. ‘Yorubas don’t do gender’: a critical review of Oyeronke Oyewumi’s The Invention of Women: Making an African Sense of Western Gender Discourses. In: VVAA. African Gender Scholarship: Concepts, Methodologies and Paradigms. CODESRIA Gender Series. Dakar: CODESRIA, 2004, p. 61-81

BERNARDINO-COSTA, J., MALDONADO-TORRES, N., GROSFOGUEL R. (org.). Decolonidade e pensamento afrodiaspórico, São Paulo, Autêntica, 2018.

BRAH, A. Diferença, Diversidade, Diferenciações. Cadernos Pagu, n. 26, 2006.

BRYSON, Valerie. Feminist Political Theory: an introduction. 2. ed., Hampshire/New York: Palgrave Macmilan, 2003.

BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

CARNEIRO, Sueli. Mulheres em Movimento. Estudos Avançados, São Paulo, v. 49, n. 17, p.117-132, 2003. Quadrimestral. https://doi.org/10.1590/S0103-40142003000300008.

_______. Enegrecer o feminismo. A situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. Disponível em: Acesso em: 11/2009.

CARTA DE PRINCÍPIOS FEMINISTAS PARA AS FEMINISTAS AFRICANAS. Publicado pela primeira vez pelo African Women’s Development Fund em 2007. Disponível em: https://awdf.org/wp-content/uploads/AFF-Feminist-Charter-Digital-%C3%A2%C2%80%C2%93-Portuguese.pdf

CIRNE, Michelle. A produção de ciências sociais no continente africano e a agência do CODESRIA. Tese (Doutorado em Antropologia Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016.

_______. A produção necessária das intelectuais feministas africanas no campo dos estudos de gênero e a agência do codesria. Revista África(s), v. 04, n. 08, p. 104-114, jul./dez. 2017

CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Tradução de Liane Schneider. In: Estudos feministas, ano 10, 2002/1, p. 171-188

COLLINS, Patricia Hill. O que é um nome? Mulherismo, Feminismo Negro e além disso. Cadernos Pagu (51), 2017:e175118 ISSN 1809-4449.

DOVE, Nah. Mulherisma Africana: Uma teoria Afrocêntrica. Jornal De Estudos Negros, Vol. 28, № 5, Maio de 1998, Pag. 515-53.

EBUNOLUWA, Sotunsa Mobolanle. Feminism: The Quest for an African Variant. The Journal of Pan African Studies, vol.3, n.1, 2009, p. 227-234, por Luana Cristina Muñoz Roriz.

FEDERICI, Silvia. Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo: Editora Elefante, 2017.

GONZALEZ, L. Por um feminismo afrolatinoamericano. Revista Isis Internacional. n. 8, 1988.

_______. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Ciências Sociais Hoje, n. 2, ANPOCS, 1983.

GROSFOQUEL, Ramon. A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas: racismo/sexismo epistêmico e os quatro genocídios/epistemicídios do longo século XVI. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-69922016000100025> Acesso em: 20/05/2016.

HOOKS, bell. Mulheres negras: moldando a teoria feminista. Rev. Bras. Ciênc. Polít. [online]. 2015, n.16 [cited 2021-01-18], pp.193-210. Available from: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103- 33522015000200193&lng=en&nrm=isso

HUDSON-WEEMS, Clenora. Womanist afrikana. Filadélfia: Afrocentricity International, 2016

IMAN, A.; MAMA, A.; SOW, F (eds.). Engendering African Social Sciences. Dakar: CORDESRIA Book Series, 1997.

LILIANA S. y Hernández, Aída (orgs.): Descolonizando el Feminismo: Teorías y Prácticas desde los Márgenes. Madrid: ed. Cátedra, 2008, p. 1-23.

MADUNAGU, Bene E. (2010), “The Nigerian Feminist Movement: Lessons from Women in Nigeria (WIN)”, African Women, Palgrave Macmillan US, pp. 155–165. Disponível em:https://link.springer.com/chapter/10.1057%2F9780230114326_11.

NASCIMENTO, Wanderson Flor do. Oyèrónkẹ Oyěwùmí: potências filosóficas de uma reflexão. In: Filosofia Africana: pertencimento, resistência e educação – Edição Especial, v. 10 n. 2 (2019)

NNAEMEKA, Obioma. Nego‐Feminism: Theorizing, Practicing, and Pruning

Africa’s Way. University of Chicago, 2003. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/10.1086/378553 Acesso em: junho de 2021.

OGUNYEMI, Chikwenye (1985). “Womanism: The Dynamics of the Contemporary Black Female Novel in English”. Jornal das Mulheres na Cultura e na Sociedade. 11 (1): 63–80. doi:10.1086/494200.

OLIVEIRA, E M. O feminismo desconstruindo e reconstruindo o conhecimento. Estudos Feministas, n. 16, v. 1, 2008.

OYEWUMI, Oyeronke. “Conceituando o gênero: os fundamentos eurocêntricos dos conceitos feministas e o desafio das epistemologias africanas”.In: Codesria-Gender Studies, 2004 (p. 1-8)

PELÚCIO, Larissa. Subalterno quem, cara pálida? Apontamentos às margens sobre pós-colonialismos, feminismos e estudos queer“.In: Contemporânea, v. 2, n. 2, 2012, p. 395-418.

RIBEIRO, Djamila. Lugar de fala. São Paulo: Sueli Carneiro: Pólen, 2019. (Coleção Feminismos plurais).

RIOS, Flávia. Feminismo negro brasileiro em três tempos: mulheres negras, negras jovens feministas e feministas interseccionais. Labrys, études féministes/ estudos feministas julho/ 2017-junho 2018 /juillet 2017-juin 2018. Disponível em: https://www.labrys.net.br/labrys31/black/flavia.htm

SAFFIOTI, Heleieth B. Feminismos e seus frutos no Brasil. In: SADER, Emir (Org.). Movimentos sociais na transição democrática. São Paulo: Cortez, 1986, p. 33-34.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-33002007000300004>, Acesso em 15/04/2016.

SEGATO, Rita Laura. Os percursos do gênero na antropologia e para além dela. Série Antropologia, Brasília, n. 236, 1998

SILVA, Pollyanna Fabrini. Movimento de mulheres negras: Análise das relações raciais pela perspectiva dos cabelos crespos. In: Dissertação defendida na Universidade Federal de Uberlândia, 2016.

SOW, Fatou. “The social sciences in Africa and gender analysis”. In: Iman, A.; Mama, A.; Sow, F (eds.). Engendering African Social Sciences. Dakar: CODESRIA Book Series.

ZIRBEL, Ilze. Estudos feministas e de Gênero no Brasil: Um Debate. In: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da Universidade Federal de Santa Catarina, 2007.

Published

2026-03-10

Issue

Section

Artigos

How to Cite

Black Women: Diversity and Negotiations in Feminist Theories. (2026). Caderno Espaço Feminino, 38(2), 367-393. https://doi.org/10.14393/