https://seer.ufu.br/index.php/neguem/issue/feed Caderno Espaço Feminino 2023-06-30T18:45:18-03:00 Dulcina Tereza Bonati Borges dulcinabb@uol.com.br Open Journal Systems <p>O <strong>Caderno Espaço Feminino</strong> foi criado em 1994 com o objetivo de dar visibilidade aos resultados das pesquisas acadêmicas nacionais e internacionais no campo dos estudos feministas e de gênero e instrumentando as práticas dos movimentos de mulheres. É uma publicação do NEGUEM (Núcleo de Estudos de Gênero) da Universidade Federal de Uberlândia.</p> https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69873 Dysphoria mundi: por uma nova ontologia política comum 2023-06-30T15:44:28-03:00 Bryan Axt bryan.axt@pucpr.edu.br <p>PRECIADO, P. B. <em>Dysphoria mundi. El sonido del mundo derrumbándose</em>. 560 p. Espanha: Editorial Anagrama, 2022.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69845 Editorial 2023-06-30T09:20:33-03:00 Maria Elizabeth Ribeiro Carneiro dulcinabb@uol.com.br Dulcina Tereza Bonati Borges dulcinabb@uol.com.br <p>Editorial do volume 36 número 1 de 2023.</p> <div id="gtx-trans" style="position: absolute; left: 129px; top: 50px;"> <div class="gtx-trans-icon">&nbsp;</div> </div> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69874 Uma travesti da/na educação 2023-06-30T15:47:42-03:00 Sara Wagner York dulcinabb@uol.com.br Fabrício Marçal Vilela dulcinabb@uol.com.br <p>Sara Wagner York ou Sara Wagner Pimenta Gonçalves Júnior, apresenta-se como Travesti da/na Educação - em razão da decisão judicial (de 2017) que concede o direito ao uso de um nome feminino, mas não a readequação de gênero. É uma pessoa com deficiência visual, pai, avó, é Mestra em Educação (GENI/ProPEd / UERJ - com bolsa CNPq), Especialista em Gênero e Sexualidades (CLAM / Instituto de Medicina Social - UERJ - com bolsa da própria instituição) e Especialista em Orientação Escolar, Supervisão Escolar e Inspeção Escolar (ISV). Graduada em Letras - Literatura Inglesa (Licenciatura / UNESA), Pedagogia (Licenciatura / UERJ) e Letras Vernáculas e Literaturas Brasileiras, Portuguesas e Africanas em Língua Portuguesa (Licenciatura / UNESA), cursou Jornalismo (UNESA/2021-2023) é considerada a primeira âncora do jornalismo brasileiro através da mídia (pós TV) Brasil 247. Voluntária na ONG Britânica Sahir House no Reino Unido (2011/2012), onde trabalhou em ações de inclusão social e permanência de refugiados oriundos do Oriente Médio, América Latina e África. Recebeu a Medalha ALUMNI da Universidade Estácio de Sá (2017) pela luta na implantação do nome social, nas plataformas educacionais da instituição nacionalmente e por atuar junto à comunidade carioca pela trans-inclusão.&nbsp;Recebeu o Diploma de reconhecimento e gratidão em atividades durante a pandemia de COVID-19 da Câmara Municipal do Rio de Janeiro - RJ (2021). Conferida pela Câmara Municipal da cidade do Rio de Janeiro com a Medalha de Reconhecimento Chiquinha Gonzaga (2023). Prêmio Antonieta de Barros em relevância aos mês das mulheres pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ-2023). Membro da Associação Nacional de pessoas trans e travestis - ANTRA e da Rede Campanha Pelo Direito à Educação. Membro do Comitê Científico de Acessibilidade da ANPED - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, Segunda secretária financeira da ABEH - Associação Brasileira de Estudos da Transhomocultura(2021-2023). É professora mediadora na disciplina de Informática em Educação no curso de Pedagogia / Ensino à Distância na UERJ. Membro cofundadora da CIPAAI - Câmara de Implementação de Políticas Afirmativas Antirracistas e Interseccionais da UERJ. Atualmente é doutoranda em Educação pela Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - (GESDI/FFP/UERJ). Pesquisa: desigualdades e a diferença, a laicidade e o <em>backlash </em>e a bio/necropolítica e as identidades como estruturas determinantes para a EXCLUSÃO/inclusão travesti/trans no contexto homo-conversador-nacionalista brasileiro. Interessa-se pelos feminismos interseccionais, QUEER e CRIP. Pesquisa, traduz e escreve sobre TRANSEPISTEMOLOGIAS (e o corpo Intersexo) na Edu(comuni)cação.&nbsp;A Entrevista foi realizada no dia 29 de maio de 2023, online, via aplicativo WhatsApp.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69847 Apresentação 2023-06-30T09:26:01-03:00 Carla Miucci Ferraresi de Barros dulcinabb@uol.com.br Daniel Henrique de Oliveira Silva dulcinabb@uol.com.br Fabrício Marçal Vilela dulcinabb@uol.com.br Márcio Ferreira de Souza dulcinabb@uol.com.br <p>Organizado pel@s colegas <strong>Carla Miucci Ferraresi de Barros</strong> (INHIS/PPGHI/UFU), <strong>Daniel Henrique</strong><strong> de Oliveira Silva</strong> (PROPED/UERJ), <strong>Fabrício Marçal Vilela</strong> (Ms PPGHI/UFU) e <strong>Márcio </strong><strong>Ferreira de Souza</strong> (INCIS/UFU), o dossiê <strong>Teoria(s)<em> queer</em>/ transviadas: gênero, sexualidade e política</strong> apresenta uma amostra significativa dessa produção anti-normalizadora.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69849 Do Queer ao Cuir 2023-06-30T09:31:15-03:00 Sayak Valencia dulcinabb@uol.com.br Fabrício Marçal Vilela fabriciomarcalvilela@gmail.com Bryan Axt dulcinabb@uol.com.br <p>O presente artigo foi publicado originalmente como um capítulo de livro na compilação <em>Queer y cuir: políticas de lo irreal </em>(Editorial Fontamara, 2015), organizada por Fernando Lanuza e Raúl Carrasco. A revista <em>Caderno Espaço Feminino</em> agradece à pesquisadora Sayak Valencia por autorizar a publicação desta tradução.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69850 Diga “queer” con la lengua afuera 2023-06-30T09:45:31-03:00 Felipe Rivas San Martín dulcinabb@uol.com.br <p>O texto aborda os conflitos suscitados pela circulação do "queer" anglo-saxão transferido para os contextos latino-americano e espanhol (de língua espanhola). Para tanto, propõe-se distinguir “o queer” em seus três aspectos de significação na América Latina: em primeiro lugar, “o queer” entendido como um termo (queer) de difícil tradução para o espanhol, sujeito a uma constante necessidade de explicação. Em segundo lugar, queer como “teoria queer”, ou seja, como um conjunto de postulados e debates que circulam de Norte a Sul. Terceiro, “o queer” como “política queer”, ou seja, como posicionamento político e como conjunto de táticas de resistência. O artigo investiga os problemas causados ​​pela perda do "contexto performativo" ao enunciar o queer na América Latina. Ao mesmo tempo, descreve a diferença entre “queer theory” e “teoría queer”, como conjuntos teóricos críticos não idênticos. Por fim, o texto propõe a criação de "genealogias diferenciais" que expressem as formas localizadas de reflexão teórica e política dos dissidentes sexuais no contexto latino-americano.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Queer. América Latina. Performatividade. Dissidência Sexual. Genealogias Diferenciais.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69851 Queer em chamas 2023-06-30T09:59:32-03:00 Francisco Hernández Galván franckhg93@gmail.com <p>O presente texto discute a profundidade e a superfície da teoria queer, enfatizando sua produção e complexidade conceitual sob diferentes posicionamentos e localizações em torno do pensamento queer. Por tanto, esse artigo tem como objetivo questionar conceitualmente qual é a potência política dos estudos queer através de diversas abordagens teóricas, e se perguntando permanentemente por seu sujeito político e pela caracterização da sua teoria anormal.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE:</strong> Teoria Queer. Estudos de Gênero. Política da Anormalidade.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69852 Transmasculinidade, raça e classe 2023-06-30T10:16:25-03:00 Igor Veloso Ribeiro igorvelosor@gmail.com Luciane Tavares dulcinabb@uol.com.br Marcio Caetano mrvcaetano@gmail.com <p>Um currículo pode estar feito da mesma matéria dos sonhos, nos quais tudo é possibilidade? Um currículo pode estar feito da mesma matéria da literatura, da filosofia vitalícia, da pintura, da poesia, de toda arte que sonha, delira, cria, encanta e faz sonhar? Um currículo pode estar feito da mesma matéria dos filmes que estão constantemente inventando outros possíveis? Em síntese: um currículo pode estar feito da mesma matéria de uma vida – que é como um mar aberto ou “uma onda do mar” onde “tudo move, tudo muda o tempo todo”? O objetivo deste artigo é discorrer sobre os paradoxos contemporâneos enfrentados pela transmasculinidade preta, pobre e periférica quando colocam suas corporeidades em diálogo com as espacialidades virtuais. Nesse contexto, a partir dos modos de subjetivação curriculares da transmasculinidade produzidas nas redes sociais digitais de Demétrio Campos, interessa discutir os modos como um currículo de masculinidade contra-hegemônica se constitui e orienta-se, muitas vezes, na trilha dos padrões da ideação de um ser universal “glamourizado” ostentado por marcadores hegemônicos de gênero, que por sua vez, produz armadilhas e capturam as vivências ao evidenciar a assimetria racial e sexual cotidiana. É indiscutível a permeabilidade da vida, ora hiperconectada, em constante fluxo com as múltiplas possibilidades existenciais e performáticas das espacialidades virtuais, assim é particularmente relevante problematizar as representações a partir de vivências que desafiam a lógica hegemônica, a fim de questionar as representações que a sustenta. Sugerimos que infirmar a narrativa e performatividade transmasculina preta, pobre e periférica desestabiliza e desloca as relações estruturais de poder. Ao considerar que as redes sociais projetam modos de subjetivações, esta pesquisa foi feita, por métodos mistos, com abordagem qualitativa, descritiva, por meio da interação interdisciplinar dos estudos <em>queer</em>, culturais contemporâneos e de gênero.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE:</strong> Transmasculinidade. Representações. <em>Queer. </em>Racismo.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69853 Trilhas para a Intersexofobia 2023-06-30T10:50:29-03:00 Amiel Modesto Vieira amielmodesto@gmail.com <p>Neste texto pretendo trilhar o caminho pelo qual a intersexofobia se manifesta em certos âmbitos da sociedade. Utilizamos aqui o método autoetnográfico, além do uso de várias referências bibliográficas no sentido de apoio ao texto autoetnográfico. Com um enfoque para ampliar as experiências vividas e trazer a teoria de gênero, educação e sexualidade tornando-a pilar e suporte para o texto.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Intersexofobia. Autoetnografia. Mutilação Genital. Intersexo.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69856 O controle moral no discurso da imprensa e da polícia belo-horizontinas 2023-06-30T11:34:20-03:00 Luiz Morando dulcinabb@uol.com.br <p>Este texto procura abordar como o controle moral atuou sobre as trabalhadoras do sexo cisgêneras e transgêneras por meio do discurso da imprensa e da polícia em Belo Horizonte, nas décadas de 1950-1960. Para isso, são retomadas referências obtidas na leitura de notícias de jornais e revistas belo-horizontinos e dos autos judiciais referentes à travesti Cintura Fina. Por meio desse tratamento é possível perceber um processo contínuo de criminalização das experiências e vivências de pessoas travestis e de mulheres prostitutas cisgêneras.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Trabalho Sexual. Controle Moral. Cintura Fina. Discurso policial.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69857 A cobaia agora é você! 2023-06-30T11:37:22-03:00 Megg Rayara Gomes de Oliveira dulcinabb@uol.com.br <p>Neste artigo discuto o silêncio como estratégia ideológica para manter a distribuição do poder da maneira como se encontra atualmente. Concentro meu debate nos espaços de educação formal, mais especificamente no ensino superior e assim problematizar como o silêncio atua para estabelecer o homem branco cisgênero heterossexual como norma de humanidade e o silêncio como estratégia para negar a existência plena de travestis e mulheres transexuais, negras e brancas, no espaço acadêmico. Como aporte teórico utilizo o conceito de interseccionalidade desenvolvido por Kimberlé Crenshaw (1989) e o conceito de Injustiça Epistêmica (Miranda Fricker, 2007) e assim estabelecer um diálogo com o campo das representações sociais, com os estudos das relações étnico-raciais e de gênero, com os estudos transfeministas e, assim questionar em que medida visões estereotipadas e reducionistas a respeito de travestis e mulheres transexuais, negras e brancas, circulam nos espaços acadêmicos e em que medida reiteram as hierarquias relacionadas a produção do conhecimento, produzindo silêncios e apagamentos, tanto como pessoas, quanto como produtoras de conhecimento.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Silêncio. Travestis. Cisgeneridade. Conhecimento. Branquidade.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69858 Professora-travesti-metamórfica 2023-06-30T11:40:36-03:00 Sayonara Naider Bonfim Nogueira dulcinabb@uol.com.br Euclides Afonso Cabral dulcinabb@uol.com.br <p>Discutir corpo, gênero e sexualidade no domínio da Geografia ainda provoca polêmicas, especialmente, quando são as travestis, mulheres e homens trans que narram suas próprias experiências de espaço e lugar. Os corpos trans no ensino geográfico e na formação do sujeito acabam rompendo com o discurso de neutralidade que por muito tempo a Geografia se esquivou ao abordar gênero e sexualidade.&nbsp; Deste modo, é possível cogitar que um corpo, um sujeito, uma professora trans e sua prática pedagógica não apenas representa parte do que é tido enquanto paisagem de uma escola como interroga um estigma que é atribuído a partir de um imaginário social transfóbico sobre determinados ensaios paisagistas. O corpo travesti e geográfico marcado pela metamorfose e estigmas busca uma nova forma de produzir conhecimento e demandas educacionais, para promover visibilidade e abrir caminhos entre paisagens, territórios e lugares, mesmo que a passos lentos, porém largos, dentro de uma sociedade que condena as pessoas que estão fora de uma certa cisheterossexualidade compulsória.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: &nbsp;Travesti. Corpo. Metamórfico. Geografia.&nbsp;Lugar.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69862 Lesbianidade, identidade e Teoria Queer 2023-06-30T13:49:47-03:00 Júlia Moita juliamoita@ufu.br Martina Ahlert martina.ahlert@ufma.br <p>O artigo analisa as disputas em torno da noção de identidade no campo da teoria feminista. Partindo da Segunda Onda do feminismo, percorremos as tensões colocadas pela teoria lésbica nas décadas de 80 e 90 do século XX, as rupturas propostas pela teoria queer e as disposições do debate nos dias atuais.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Teoria Lésbica. Teoria Queer. Identidade Lésbica.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69867 Pelas terras de cabra machos, quando viados saltam, algo desmorona 2023-06-30T15:17:59-03:00 Rodrigo de Oliveira Feitosa Vaz rodrigovazpsi@gmail.com <p>Esse trabalho segue os enfrentamentos de meu corpo dissidente, quando faz um retorno ao sertão paraibano. Como direção metodológica, tomamos os biografemas, a escrevivência e as fabulações como modos de produzir fricções no “cistema” para uma clínica sertaneja, solidariamente hacker e desobediente, saltos de androgenias de combate. &nbsp;</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Dissidências. Escrevivências. Clínica Sertaneja.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69868 Repensando o homonacionalismo 2023-06-30T15:24:26-03:00 Jasbir K. Puar jpuar@rci.rutgers.edu Luiz Morando dulcinabb@uol.com.br <p>O presente artigo foi publicado na revista &nbsp;<em>International Journal of Middle East Studies</em>, Cambridge, n. 45, p. 336-339, 2013. A revista <em>Caderno Espaço Feminino</em> agradece à pesquisadora Jasbir Puar pela autorização da tradução.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69869 O álbum “Agropoc” no país do agro pop 2023-06-30T15:29:36-03:00 Mariana Oliveira Arantes marioliveiraarantes@gmail.com Lorenzo dos Santos Konageski lorenzo.konageski@aluno.unb.br <p>O artigo analisa o álbum “Agropoc”, do cantor e compositor Gabeu. A pesquisa ancorou-se em teorias pós-identitárias como a teoria queer, além da análise musical, visual e entrevista com o cantor. Conclui-se pela importância do álbum para a quebra de valores heteronormativos na música sertaneja brasileira.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Gabeu. Música Sertaneja. Teoria Queer. Pocnejo.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69870 Estereótipos e binarismos na representação do negro homossexual 2023-06-30T15:34:04-03:00 Marcus Rodolfo Bringel de Oliveira marcusbringel.unb@gmail.com <p>O presente artigo propõe-se a analisar o conto “O estivador”, de Harry Laus, a partir da figuração do negro homossexual, a qual se desenvolve por meio de estereótipos sobre a sexualidade da etnia negra, numa filiação conceitual do autor ao imaginário da branquitude, tendo em vista a origem escravocrata e homofóbica de tais perspectivas.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE: </strong>Representação. Estereótipo. Negritude. Homossexualidade. Literatura.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69871 Masculinidades em Atração, de Octavio de Faria 2023-06-30T15:36:56-03:00 Fábio Figueiredo Camargo fabiocamargo@ufu.br Antonio Carlos Pinto da Fonseca Júnior antonio.fonseca@ufu.br <p>Este artigo analisa o romance Atração, de Octavio de Faria, tomando as relações do protagonista Roberto Dutra com outros homens em suas relações sociais, de modo a perceber como a masculinidade hegemônica molda as relações entre os homens e impossibilitam sua aceitação como homossexual. Para tanto lançamos mão de textos teóricos de Daniel Welzer-Lang (2001), R. Connell e Messerschmitd (2013) e JJBolla (2020).</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Masculinidades. Literatura Brasileira. Octavio de Faria.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 https://seer.ufu.br/index.php/neguem/article/view/69872 Desobediências de gênero e pensamentos-cupim a partir das músicas de Linn da Quebrada, Alice Guél e Ventura Profana 2023-06-30T15:40:40-03:00 Higor Kleizer de Oliveira Moreira higorkleizer.ciso@gmail.com Maria Lúcia Vannuchi maluvannuchi@yahoo.com.br <p>Este artigo aborda as formas como desobediências de gênero são mobilizadas nas músicas de Linn da Quebrada, Alice Guél e Ventura Profana para pensá-las em suas potencialidades de “pensamentos-cupim”, isto é, provocações contradiscursivas que tensionam a pretensa coerência do regime sexo-gênero-desejo e os lugares possíveis às suas dissidências.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Desobediências de Gênero. Músicas Brasileiras. Pensamentos-Cupim.</p> 2023-06-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023