Familias, vivencias afectivas y educación no escolar en las dinámicas de mestizaje: tránsitos, movilidades y conexiones en Iberoamérica (c. 1750-c. 1800)

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Fabrício Vinhas Manini Angelo

Resumen

Este ensayo presenta resultados parciales de una investigación de posdoctorado realizada en la UFMG entre 2021 y 2023, que compara el papel de las familias como agentes educativos entre distintas zonas de Iberoamérica entre 1720 y 1820. La investigación abarca temas como la Historia Familiar, la Historia de la Educación y la Historia de las Emociones. Se consultaron registros de imágenes y escritos, incluidos los cuadros de castas de la Hispanoamérica, testimonios de viajeros, cronistas y oficiales militares de Brasil, además de testamentos e inventarios mineros del siglo XVIII. Inspirada por Sanjay Subrahmanyan, Serge Gruzinski, Eduardo França Paiva y Thais Nivia de Lima e Fonseca, la investigación tiene por objeto comprender las conexiones globales y los fenómenos de la familia educativa más allá de las instituciones escolares de la época. El enfoque se centra en el análisis del papel de las familias en la educación de las generaciones futuras, considerando la historiografía acerca de las vivencias afectivas y los cambios en el significado atribuido a la familia y a los hijos en la época moderna, así como las prácticas y estrategias educativas familiares.

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Angelo, F. V. M. (2026). Familias, vivencias afectivas y educación no escolar en las dinámicas de mestizaje: tránsitos, movilidades y conexiones en Iberoamérica (c. 1750-c. 1800). Cadernos De História Da Educação, 25(Contínua), e2026-28. https://seer.ufu.br/index.php/che/article/view/84348

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Figura 3c: LOZANO, Cristóbal (atribuído). Mulata. Yndios Serranos Tributarios Civilizados Yden. 1751=1800. Pintura a óleo. 97,2x123cm. Disponível em: https://ceres.mcu.es/pages/Main. Acesso em: 4 jun. 2024.

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