TRABALHO E MOVIMENTO PENDULAR EM CIDADES MÉDIAS NÃO METROPOLITANAS

Caso de Ipatinga (MG)

Autores

  • Gustavo Givisiez Universidade Federal Fluminense
  • Elzira Oliveira Universidade Federal Fluminense

Resumo

Isolada de grandes metrópoles, as cidades médias tem sido locus de transformações as urbanas e regionais e apresentando como importantes espaços na estrutura urbana brasileira. O objetivo principal deste artigo é mensurar os movimentos pendulares para o trabalho com destino  a cidades médias não metropolitanas na Brasil. De forma específica, o estudo identifica e analisa esses movimentos em cidades de porte médio e o seu entorno imediato para todo o território brasileiro e classifica esses movimentos pendulares para uma cidade específica com base nos tipos ideais propostos originalmente Pereira e Herrero (2009). A metodologia utilizada para identificar os processos sociais aos deslocamentos se mostrou robusta o suficiente para caracterizar tais deslocamentos e destacam que as características desses movimentos são similares aos observados nas regiões metropolitanas, mas os processos e fatores socioeconômicos que os desencadeiam são distintos.

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Biografia do Autor

Gustavo Givisiez, Universidade Federal Fluminense

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutorado em Demografia pela Universidade Federal de Minas Gerais. É professor da Universidade Federal Fluminense. A principal área de atuação é demografia aplicada a políticas públicas, demografia da habitação, projeções populacionais, surveys e ciência de dados. Em cursos de graduação tenho ministrado cursos de Estatística, Planejamento Urbano, Geografia da População e Demografia. Nos cursos de pós-graduação tem ministrado disciplinas na área de População e Ambiente, Estudos Populacionais e Métodos e técnicas de pesquisa.

Publicado

2022-12-28

Como Citar

GIVISIEZ, G.; OLIVEIRA, E. TRABALHO E MOVIMENTO PENDULAR EM CIDADES MÉDIAS NÃO METROPOLITANAS: Caso de Ipatinga (MG). Brazilian Geographical Journal, Ituiutaba, v. 13, n. 2, p. 110–128, 2022. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/braziliangeojournal/article/view/69981. Acesso em: 14 jul. 2024.