Em busca da identidade nacional: bailarinas dançam maracatu, samba, macumba e frevo nos palcos do Rio de Janeiro (1930-1945)

Autores

  • Karla Guilherme Carloni

Resumo

Durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930 a 1945), a cidade do Rio de Janeiro foi palco de espetáculos de dança encenados por bailarinos de formação clássica, nacionais e estrangeiros, inspirados em aspectos das culturas indígena, sertaneja e negra. O nacionalismo autoritário, o pensamento modernista e as inovações que ocorriam no próprio campo da dança no Brasil e no mundo influenciaram intercâmbios entre a dança europeia e as manifestações populares brasileiras e a busca de uma estética própria que representasse o “corpo mestiço”. Importantes iniciativas se verificaram no âmbito do Serviço Nacional de Teatro (SNT), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e nos cassinos cariocas. Essa rica experiência cultural também foi influenciada pelo contexto da II Grande Guerra Mundial e da política cultural norte-americana.

Palavras-chave: governo Getúlio Vargas; dança; intercâmbio cultural.

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Biografia do Autor

Karla Guilherme Carloni

Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professora do Departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História da UFF. Autora, entre outros livros, de Marechal Lott: a opção das esquerdas

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Publicado

2016-05-06

Como Citar

Carloni, K. G. (2016). Em busca da identidade nacional: bailarinas dançam maracatu, samba, macumba e frevo nos palcos do Rio de Janeiro (1930-1945). Artcultura, 16(29). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/34265

Edição

Seção

Artigos