La extensión universitaria como espacio de innovación pedagógica en la formación del profesorado
DOI:
https://doi.org/10.14393/REE-2026-81849Palabras clave:
Espacios culturales, Formación inicial del profesorado, Prácticas extensionistasResumen
Inicialmente, la extensión universitaria se concibe como un espacio de innovación pedagógica en la formación inicial del profesorado. En este sentido, el objetivo de este trabajo fue comprender de qué manera las acciones de extensión desarrolladas en el componente curricular «Extensión II – Espacios Culturales», del programa de Licenciatura en Letras – Portugués y Literaturas en Lengua Portuguesa de una universidad federal del sur de Brasil, configuran prácticas de innovación pedagógica. Para ello, se empleó un enfoque cualitativo, de carácter documental y de campo, así como el análisis de contenido, tomando como categorías analíticas las ocho premisas de la innovación pedagógica. Los datos se construyeron a partir de la planificación de acciones de extensión en diálogo con escuelas públicas y territorios culturales de la ciudad donde se ubica dicha universidad, lo que implicó el análisis de documentos oficiales, del proyecto pedagógico del programa, de informes, de una entrevista con una docente y de un grupo focal. Los resultados indican que la curricularización de la extensión, articulada con espacios culturales y escuelas, favorece el protagonismo estudiantil y la reconfiguración de saberes, además de promover currículos más integradores, dialógicos y socialmente referenciados.
Descargas
Referencias
BARNETT, R. Los límites de la competencia: el conocimiento, la educación superior y la sociedade. Barcelona: Gedisa, 2001.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 25 jun. 2026.
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Brasília, DF, 2014. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm. Acesso em: 15 mar. 2024.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF, 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 15 mar. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação - PNE 2014-2024 e dá outras providências. Brasília, DF, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/resolucoes/resolucoes-cne-ces-2018. Acesso em: 1° set. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP nº 4, de 29 de maio de 2024. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados não licenciados e cursos de segunda licenciatura). Brasília, DF, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/pdf/resolucoes-do-cne/cp/2024/rcp004_24.pdf. Acesso em: 27 jun. 2026.
CARBONELL, J. A aventura de inovar: a mudança na escola. Porto Alegre: Artmed, 2002.
CUNHA, M. I. Inovações pedagógicas: o desafio da reconfiguração de saberes na docência universitária. São Paulo: USP, 2008. (Coleção cadernos de Pedagogia Universitária v. 6).
FORPROEX. FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Plano Nacional de Extensão Universitária. [S. l.]: MEC, 2001. Disponível em: http://www.prae.ufrpe.br/sites/prae.ufrpe.br/files/pnextensao_1.pdf. Acesso em: 1° jan. 2026.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1987.
GADOTTI, M. Extensão universitária: para quê? São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2017.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MELLO, E. M. B.; FREITAS, D. P. S. A formação docente no viés da inovação pedagógica: processo em construção. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO DA EDUCAÇÃO: ESTADO, POLÍTICAS E GESTÃO DE EDUCAÇÃO: TENSÕES E AGENDAS EM (DES)CONSTRUÇÃO, 28., 2017, João Pessoa. Anais [...]. João Pessoa: Biblioteca ANPAE, 2017. p. 1793-1802. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/369925676/AnaisXXVIIISimposio2017. Acesso em: 4 nov. 2024.
MORAES, R. Análise de conteúdo. Educação, Porto Alegre, v. 22, n. 37, p. 7-32, 1999. Disponível em: http://pesquisaemeducacaoufrgs.pbworks.com/w/file/fetch/60815562/Analise%20de%20conte%C3%BAdo.pdf. Acesso em: 25 jun. 2026.
MORÁN, J. Mudando a educação com metodologias ativas. In: SOUZA, C. A.; MORALES, O. E. T. (org.). Convergências midiáticas, educação e cidadania: aproximações jovens. (Coleção Mídias Contemporâneas v. 2). Ponta Grossa: Foca Foto-PROEX/UEPG, 2015. p. 15-33. Disponível em: http://www2.eca.usp.br/moran/wp-content/uploads/2013/12/mudando_moran.pdf. Acesso em: 10 fev. 2025.
NÓVOA, A. (org.) Profissão professor. 3. ed. Porto: Porto Editora, 2019.
SINGER, H. Inovação como contraponto à retirada de direitos sociais. [Entrevista cedida a] Thaís Iervolino. Centro de Referências em Educação Integral. São Paulo, 5 set. 2018. Disponível em: https://educacaointegral.org.br/reportagens/entrevista-com-helena-singer-inovacao-como-contraponto-retirada-de-direitos-sociais/. Acesso em: 4 nov. 2024.
WAGNER, F.; CUNHA, M. I. Oito assertivas de inovação pedagógica na educação superior. Em Aberto, Brasília, v. 32, n. 106, p. 27-41, 2019. DOI 10.24109/2176-6673.emaberto.32i106.4223. Disponível em: https://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/4223. Acesso em: 9 mar. 2026.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Leda Goularte Machado, Lisete Funari Dias

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Ao publicarem nesta revista, os autores concordam em manter os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.