JORNAL COMO FONTE: UMA DAS PONTAS DO ICEBERG NAS NARRATIVAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

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Betânia de Oliveira Laterza Ribeiro
Elizabeth Farias da Silva
Maria Aparecida Alves Silva

Resumo

No século XX, a relação entre História e fontes foi redimensionada A confluência com outras disciplinas possibilitou emergências e construções de novos materiais com possibilidades e probabilidades de serem abordados como fontes. Fonte passou a ser tudo que o historiador elege como possibilidade de análise, compreensão e interpretação. Na história da educação brasileira, o jornal se consolida cada vez mais como fonte, enfocado neste texto. O jornal como fonte se impôs porque registra o cotidiano escolar e veicula a voz de agentes da prática educacional (professores e alunos) e de teorias educacionais (estudiosos, pesquisadores, legisladores etc.), cujo discurso permite deixa entrever as dificuldades de articulação entre teoria e prática. Usar o jornal como fonte supõe leitura crítico-analítica e interpretativa de sua conexão e dimensão externa e interna mediante um diálogo entre pesquisador e fonte motivado por um problema de pesquisa e aguçado pela indagação. A relevância dessa fonte ao historiador da educação equivale à pertinência das indagações, assim como a abrangência da interpretação equivale ao grau de imaginação de quem pesquisa.

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Como Citar
Ribeiro, B. de O. L., Silva, E. F. da, & Silva, M. A. A. (2014). JORNAL COMO FONTE: UMA DAS PONTAS DO ICEBERG NAS NARRATIVAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO. Cadernos De História Da Educação, 13(1). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/che/article/view/28175
Seção
Artigos