"NÃO DEVEMOS ADOTAR INDIFERENTEMENTE QUALQUER LIVRO DE LEITURA": UM ESTUDO SOBRE OS PROCESSOS DE SELEÇÃO DE LIVROS PARA A ESCOLA PRIMÁRIA PAULISTA

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Heloísa Helena Pimenta Rocha

Resumo

O padrão de livro a ser oferecido ao público escolar, em seus primeiros anos de escolarização, foi alvo de preocupações por parte das autoridades educacionais do Estado de São Paulo, nas décadas iniciais do século XX. Entre outras atribuições, essas autoridades chamaram a si a responsabilidade pela definição dos requisitos a que deveriam obedecer os livros escolares e, em particular, aqueles que se destinavam às práticas de leitura. Este artigo detém-se sobre alguns dos debates em torno da seleção dos livros de leitura destinados às crianças das escolas paulistas, procurando flagrar os critérios que orientaram os membros das comissões nomeadas pelo Estado, na análise e recomendação dos livros. Toma como fontes relatórios produzidos por essas comissões e por inspetores escolares, buscando apreender os aspectos em pauta na definição de tais critérios, bem como as representações em relação à leitura e ao livro de leitura, que perpassam as posições assumidas pelos educadores envolvidos nessa tarefa.

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Como Citar
Rocha, H. H. P. (2014). "NÃO DEVEMOS ADOTAR INDIFERENTEMENTE QUALQUER LIVRO DE LEITURA": UM ESTUDO SOBRE OS PROCESSOS DE SELEÇÃO DE LIVROS PARA A ESCOLA PRIMÁRIA PAULISTA. Cadernos De História Da Educação, 12(2). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/che/article/view/25019
Seção
Artigos