A NATUREZA E A PRODUÇÃO DE VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA NAS CIDADES BRASILEIRAS

reflexões para um debate

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/BGJ-v11n1-a2020-57160

Resumo

A natureza convertida em mercadoria, valor de troca explorado pelos agentes imobiliários, representa uma nova forma de segregação urbana, pois quando legalizada traduz-se em felicidade e qualidade de vida e quando ilegal, torna-se alternativa de local para (sobre)viver. Este artigo, originado de revisão de literatura, apresenta e discute a natureza como mercadoria explorada pelo mercado imobiliário, evidenciando sua apropriação nos discursos mercantis estratégicos. O texto estrutura-se em breve debate sobre os espaços de moradia de estratos de baixa e de alta renda, tecendo considerações sobre legalização, formalidade e informalidade da produção do espaço urbano. Por fim, aborda o papel da Geografia neste cenário e contribui para elucidar noções acerca dos entes atrelados à problemática ambiental que permeia a produção do espaço urbano.

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Biografia do Autor

Darlan Fabiane, Universidade Federal da Fronteira Sul

Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, membro do Núcleo de Pesquisa Território, Ambiente e Paisagem – NETAP/UFFS/CNPq.

Juçara Spinelli, Universidade Federal da Fronteira Sul

Docente do Curso de Geografia – Licenciatura e Bacharelado e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa Território, Ambiente e Paisagem – NETAP/UFFS/CNPq.

Reginaldo José de Souza, Universidade Federal da Fronteira Sul

Docente do Curso de Geografia – Licenciatura e Bacharelado e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal da Fronteira Sul – UFFS, pesquisador do Núcleo de Pesquisa Território, Ambiente e Paisagem – NETAP/UFFS/CNPq.

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Publicado

2020-11-12