The Dollar-Euro Exchange Rate and the Limits of Knowledge

Autores

  • Roman Frydman Department of Economics, New York University
  • Michel D. Goldberg Department of Economics , University of New Hampshire

Resumo

Economistas são treinados, desde o início, na crença de que modelos que não geram previsões tão acuradas não são merecedores de considerações. Por outro lado, o oposto é verdadeiro. Modelos que não geram previsões acuradas levam a conclusões atípicas - por exemplo, de que as taxas de câmbio não são influenciadas por fundamentos macroeconômicos. Este artigo faz uso de uma nova abordagem para análise econômica - chamada Economia do Conhecimento Imperfeito (ECI) -, supondo que, embora o comportamento previsor no mundo real não obedeça qualquer regra mecânica, ainda assim, exibe regularidades qualitativas que podem ser formalizadas com modelos matemáticos. O artigo aplica ECI para modelar a taxa de câmbio dos EUA dólar-euro, a partir da consideração de seu comportamento de curto e longo prazo, tendo como referencial temporal o período do final de 2007. O artigo revela que os economistas podem aprender mais sobre os mercados, se nós esperarmos menos de nossos modelos - ou seja, se abandonarmos a demanda por previsões muito acuradas. Abstract Economists are trained early on to believe that models that do not generate sharp predictions are not worthy of consideration. However, the opposite is true. Models that generate sharp predictions lead to odd conclusions - for example, that exchange rates are not driven by macroeconomic fundamentals. This paper makes use of a new framework for economic analysis—called Imperfect Knowledge Economics (IKE)—that supposes that although forecasting behavior in real-world does not obey any mechanical rule, it nonetheless exhibits qualitative regularities that can be formalized with mathematical models. The paper applies IKE to modeling the U.S. dollar-euro exchange rate and to considering its short- and long-term outlook from the vantage point of late 2007. It shows that economists can learn more about markets if we ask less of our models - that is, if we abandon the demand for sharp predictions.

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Biografia do Autor

Roman Frydman, Department of Economics, New York University

Possui graduaçãoo em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (1984), mestrado em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (1988) e doutorado em Economia Sociologia e Polí­ticas Agrárias pela Universidade de Córdoba (1995) e Pós-doutorado em Economia pelo Instituto de Economia da Unicamp (2007). Atualmente é Professor Associado do Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia no Programa de Pós graduação em Economia. Coordena o Grupo de Pesquisa do IE/UFU do Procad-CAPES IE-UFU/IE-Unicamp. Faz parte Programa de Pesquisador Mineiro da Fapemig (2007/2009). Tem experiência na

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Publicado

2010-05-24

Como Citar

FRYDMAN, R.; GOLDBERG, M. D. The Dollar-Euro Exchange Rate and the Limits of Knowledge. Revista Economia Ensaios, Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, v. 23, n. 1, 2010. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaeconomiaensaios/article/view/3630. Acesso em: 1 dez. 2022.

Edição

Seção

Artigos