Aspectos Teóricos e Empíricos do Modelo de Thirlwall: Uma relação com a Abordagem Estruturalista

Autores

  • Henrique Reichert Universidade Federal de Santa Maria
  • Solange Regina Marin Universidade Federal de Santa Maria
  • Cezar Augusto Pereira dos Santos Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

DOI:

https://doi.org/10.14393/REE-v29n2a2015-1

Resumo

Oposto à ortodoxia, o Modelo de Thirlwall dá ênfase no comércio externo como determinante do crescimento econômico, usando como ferramenta as elasticidades-renda da demanda. A Abordagem Estruturalista, ao ressaltar a importância das estruturas produtivas, assemelha-se a este modelo. Assim, o artigo objetiva destacar os aspectos teóricos do Modelo de Thirlwall, bem como sua Abordagem Keynesiana, relacionando-o com a visão estruturalista. Além disso, comparam-se análises estruturalistas e pós-keynesianas (Thirlwall) acerca do comércio exterior brasileiro e suas respectivas orientações políticas. É possível concluir que as abordagens assemelham-se no diagnóstico de crescimento restrito, entretanto, diferem-se nas recomendações de estratégias de crescimento.

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Biografia do Autor

Henrique Reichert, Universidade Federal de Santa Maria

Mestrando em Economia e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Santa Maria, bolsista FAPERGS.

Solange Regina Marin, Universidade Federal de Santa Maria

Doutora em Desenvolvimento Econômico, professora do Programa de Pós Graduação em Economia e Desenvolvimento da Universidade Federal de Santa Maria.

Cezar Augusto Pereira dos Santos, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões

Mestre em Economia e Desenvolvimento, Professor no Departamento de Administração da URI-FW.

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Publicado

2015-11-27

Como Citar

REICHERT, H.; MARIN, S. R.; SANTOS, C. A. P. dos. Aspectos Teóricos e Empíricos do Modelo de Thirlwall: Uma relação com a Abordagem Estruturalista. Revista Economia Ensaios, Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, v. 29, n. 2, 2015. DOI: 10.14393/REE-v29n2a2015-1. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaeconomiaensaios/article/view/25994. Acesso em: 2 mar. 2024.

Edição

Seção

Artigos