METODOLOGÍAS ACTIVAS EN LA CONSTRUCCIÓN DEL SABER GEOGRÁFICO A PARTIR DE LA EXPERIENCIA DE PRÁCTICAS SUPERVISADAS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14393/REG-v16-2025-80166

Palabras clave:

Formación docente, Metodologías activas, Enseñanza de Geografía, Espacio vivido, Prácticas supervisadas

Resumen

El presente artículo tiene como objetivo analizar las percepciones y aprendizajes construidos durante el campo de prácticas supervisadas, reflexionando sobre la importancia de la práctica pedagógica en la formación docente y sobre el uso de metodologías activas en la enseñanza de Geografía. La investigación, de enfoque cualitativo y carácter descriptivo, se desarrolló con una clase del octavo año de la Educación Básica, durante la regencia de una lección sobre el proceso de urbanización en América Latina. La experiencia demostró que la adopción de metodologías activas, junto con la valorización del espacio vivido de los estudiantes, favorece la construcción significativa del conocimiento geográfico, estimulando el pensamiento crítico y la participación en el aula. Asimismo, se destacó el papel esencial del profesor como mediador, capaz de relacionar el contenido escolar con las experiencias cotidianas, ampliando la comprensión del espacio urbano y sus contradicciones. Se concluye que las prácticas supervisadas constituyen un espacio formativo indispensable, en el cual teoría y práctica se entrelazan, promoviendo una formación docente más reflexiva, sensible y comprometida con la realidad social de los alumnos.

Biografía del autor/a

  • Samara Luiza Barbosa, Universidade Federal de Viçosa

    Graduada em Geografia (Bacharelado) pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Graduanda em Geografia (Licenciatura) pela UFV.

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Publicado

2025-12-29

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

METODOLOGÍAS ACTIVAS EN LA CONSTRUCCIÓN DEL SABER GEOGRÁFICO A PARTIR DE LA EXPERIENCIA DE PRÁCTICAS SUPERVISADAS. Revista de Ensino de Geografia, Uberlândia, v. 16, n. 30, 2025. DOI: 10.14393/REG-v16-2025-80166. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistadeensinodegeografia/article/view/80166. Acesso em: 5 feb. 2026.