EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA NO COMBATE A NECROPOLÍTICA RACIAL DO CORONAVÍRUS

Autores

  • Rosemberg Ferracini Doutor em Geografia Humana USP, Professor na Universidade Federal do Tocantins, UFT, Porto Nacional https://orcid.org/0000-0003-1203-8893

DOI:

https://doi.org/10.14393/Hygeia0054459

Palavras-chave:

racismo estrutural, coronavírus e educação geográfica

Resumo

Este texto tem como objetivo demonstrar que o racismo estrutural contribui para a espacialização do coronavírus na sociedade brasileira. O diálogo passa por estudos de dados do Ministério da Saúde e do IBGE –Instituto Brasileiro Geográfico e Estatístico- relacionados às escalas espaciais e temporais dos conceitos de branquitude e raça, gênero e classe. Conclui-se que a ausência de políticas públicas afeta diretamente a população pobre e negra do país. Diante dessas problematizações, espera-se alcançar professores e alunos de geografia nos diferentes níveis para uma luta de equidade racial na saúde e da geografia médica.

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Publicado

2020-06-18

Como Citar

FERRACINI, R. EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA NO COMBATE A NECROPOLÍTICA RACIAL DO CORONAVÍRUS . Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, [S. l.], p. 211–220, 2020. DOI: 10.14393/Hygeia0054459. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/54459. Acesso em: 16 maio. 2022.

Edição

Seção

Edição Especial: Dossiê COVID-19