UMA ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DOS GRUPOS DE PESQUISA DO CNPQ: A DENGUE NO BRASIL

Autores

  • Rafaela Rodrigues Ramos Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Carlos José Saldanha Machado Fundação Oswaldo Cruz / Laboratório de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde

Palavras-chave:

dengue, grupos de pesquisa, CNPq

Resumo

O Brasil é um país que apresenta quadro endêmico, além de rotineiros surtos epidêmicos, para múltiplas doenças infecto parasitárias, como a Dengue, cujas consequências são de ordem social, ambiental e econômica. Essa realidade coloca um grande desafio para o campo cientifico que é conhecer, analisar e propor soluções para as doenças infecto parasitárias, emergentes e reemergentes, cujo aumento das incidências estão associados a quadros de degradação ambiental. Desde a segunda metade do século XX, é cada vez maior a participação de conhecimentos técnico-científicos em intervenções médico-sanitárias, dirigidos à saúde humana, onde a visualização do empenho científico permite compreender de que maneira o desequilíbrio entre a produção e a distribuição destes conhecimentos na área da saúde, compromete o impacto positivo que estes podem gerar na saúde humana e ecossistêmica. Dessa maneira o presente trabalho procura analisar a evolução da distribuição espacial dos grupos de pesquisa, presentes no Diretório de Grupos do CNPq, que vêm trabalhando com a temática dengue, entre os anos de 2000 - 2010. Para tanto, em um primeiro momento traremos um breve quadro do perfil histórico e epidemiológico da dengue no Brasil; seguido da descrição e análise do levantamento realizado na base censitária do Diretório de Grupos do CNPq.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2014-07-23

Como Citar

RAMOS, R. R.; MACHADO, C. J. S. UMA ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DOS GRUPOS DE PESQUISA DO CNPQ: A DENGUE NO BRASIL. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, [S. l.], v. 10, n. 18, p. 58–70, 2014. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/23174. Acesso em: 18 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos