TRABALHO DOMICILIAR

um olhar sobre um velho/novo conceito

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/BGJ-v11n2-a2020-57745

Resumo

O trabalho domiciliar vem apresentando, ao longo do tempo, uma série de mutações que tem desafiado, permanentemente, os pesquisadores nas mais diversas áreas do conhecimento científico.  A diversidade ocupacional, semântica e metodológica relacionada a atividade fez com que o conceito fosse abordado a partir de diversos olhares, desde sua compreensão marxiana clássica até abordagens mais contemporâneas (GUILBERT e ISAMBERT-JAMATI, 1956; ABREU e SORJ, 1986; BENERÍA e ROLDÁN, 1987; BORIS e DANIELS, 1989; LALLEMENT, 1990; FESLTEAD e JEWSON, 2000). Refletir sobre a natureza desta atividade cada vez mais presente em nosso espaço social e, por que não dizer, em nossos lares, é, portanto, uma necessidade premente no âmbito da academia brasileira.  Este ensaio teórico tem, como objetivo principal, lançar um outro olhar acerca do conceito.  Um olhar que, a nosso ver, busca estabelecer um diálogo entre as abordagens clássicas e contemporâneas do trabalho domiciliar possibilitando, assim, uma ampla agenda de pesquisas.

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Biografia do Autor

Alessandro Gomes Enoque, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Doutor em Ciências Humanas (Sociologia) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEP) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Alex Fernando Borges, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Doutor em Administração no Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Federal de Lavras (PPGA/UFLA). Professor Adjunto Nível III da Universidade Federal de Uberlândia (FACES/UFU). Professor do Programa de Pós-Graduação em Administração da Faculdade de Gestão e Negócios/Universidade Federal de Uberlândia (PPGA/FAGEN/UFU). Coordenador do Núcleo de Estudos em Organizações - NEOrg (FACIP/UFU). Pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gestão como Prática Social (NEGEP/DAE/UFLA).

Ana Carolina Silva Santana, Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).  

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Publicado

2020-12-28