Visões do Sublime: Humboldt e as paisagens de Turner e Constable

Autores

  • Carlos Francisco Gerencsez Geraldino Professor da Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP, Campus São Paulo. http://orcid.org/0000-0003-1401-2400
  • André de Oliveira Leonardo Licenciado em Geografia pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP, Campus São Paulo. http://orcid.org/0000-0001-9172-4976

Resumo

Este artigo propõe pontos de contato entre o conceito de paisagem de Alexander von Humboldt (1769-1859) e pinturas de paisagem produzidas durante o período romântico. Busca investigar as relações entre a ciência geográfica e a arte pictórica por meio da análise de dois quadros da mostra Romantismo - A arte do entusiasmo, ocorrida no Museu de Arte de São Paulo (MASP), entre 2010 e 2013. As pinturas selecionadas para o presente estudo são A Catedral de Salisbury Vista do Jardim do Bispo (1821-1822), de John Constable (1776-1837), e O Castelo de Carnaevon (1830-1835), de Joseph Mallord William Turner (1775-1851). Esse exercício de leitura da paisagem pictórica busca contribuir para uma exemplificação da concepção de ciência geográfica de Humboldt.

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Biografia do Autor

Carlos Francisco Gerencsez Geraldino, Professor da Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP, Campus São Paulo.

Graduado em em Geografia (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Estadual de Londrina (2005 e 2006), especialista em História e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Londrina (2007) e mestre em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo (2011). Atualmente é doutorando em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas.

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Publicado

2019-10-01