ACUMULAÇÃO FLEXÍVEL: A "NOVA" ARQUITETURA DO CAPITAL

Autores

  • roney gusmao carmo universidade estadual do sudoeste da bahia
  • Ana Elizabeth Santos Alves universidade estadual do sudoeste da bahia

Resumo

Pretendemos analisar o fenômeno da acumulação flexível, aqui entendida tanto pela reestrutura econômica e política, como também, por sua arquitetura ideológica, capaz de penetrar a subjetividade dos sujeitos, inaugurando novas formas identitárias inscritas no que se insiste definir por "aldeia global". A superfície da acumulação flexível se mostra sofisticada e democrática, entretanto sua ação é absolutamente ambígua, agravando assimetrias e instaurando eventuais crises de identidade a partir do não-reconhecimento do local em função dos desdobramentos simbólicos da transnacionalização do mercado.

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Biografia do Autor

roney gusmao carmo, universidade estadual do sudoeste da bahia

Possui licenciatura em Geografia pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia; especialização em Educação, Cultura e Memória; Mestrado em Memória: Linguagem e Sociedade e cursa Doutorado em Memória: Linguagem e Sociedade pela mesma universidade.

Ana Elizabeth Santos Alves, universidade estadual do sudoeste da bahia

Possui graduação em Economia pela Universidade Católica do Salvador (1981), Mestrado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (1996) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (2002). Pós-doutorado em educação pela Unicamp. Atualmente é professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, atuando em cursos de graduação e no Programa de Pós graduação Stricto Sensu em Memória Linguagem e Sociedade. Orientadora de alunos do Mestrado e Doutorado. Membro do Museu Pedagógico da UESB. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: trabalho e educação; qualificação profissional; divisão sexual do trabalho; educação rural e história da educação.

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Publicado

2014-02-25