A literalidade e os modos do moderno do início do século XX

Autores

  • Artur Freitas

Resumo

O que chamamos de arte moderna é, entre outras coisas, a soma de dois modos complementares de existência, aqui nomeados de "autonomia" e "literalidade". Para os limites deste artigo, será realizada uma análise exclusiva do viés literalista, com ênfase no mapeamento teórico e historiográfico dos diversos caminhos da literalidade da arte nas primeiras décadas do século XX. Para tanto, o texto se inicia com uma apresentação sumária dos fundamentos estético-ideológicos do modernismo artístico, para em seguida analisar alguns casos exemplares que permitam compreender os principais vetores da literalidade, a saber, a montagem e o ready-made.

Palavras-chave: arte moderna; literalidade; arte e sociedade.

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Biografia do Autor

Artur Freitas

Doutor em História pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professor do curso de Artes Visuais da Faculdade de Artes da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e do Programa de Pós-graduação em História da UFPR. Autor, entre outros livros, de Arte de guerrilha: vanguarda e conceitualismo no Brasil. São Paulo: Edusp, 2013.

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Publicado

2016-06-17

Como Citar

Freitas, A. (2016). A literalidade e os modos do moderno do início do século XX. Artcultura, 17(30). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/34824

Edição

Seção

Artigos