Quanto custa o gratuito? Problematizações sobre os novos modos de negócio na música

Autores

  • Michel Nicolau Netto

Resumo


A relação entre as indústrias fonográfica e tecnológica se transforma a partir do fim do século passado. Ao invés de uma relação de subdisidariedade, na qual a primeira detinha o domínio dos modos de negócios na música, enquanto a segunda seguia sua demanda, hoje ambas disputam o controle de um campo que se torna conflituoso. Contudo, se o conflito é dado, agora vemos a geração de zonas solidárias nas quais estas indústrias trabalham em conjunto. O resultado é a criação de novas formas de negócios em música que privilegiam ao mesmo tempo a legalidade da ação e a transferência de seu financiamento do consumidor para patrocinadores. Neste artigo buscamos mostrar que estas novas formas de negócios implicam em problemas no qual a oferta cultural está em seu centro.

PALAVRAS-CHAVE: música; internet; indústria cultural.

ABSTRACT

The phonographic and technological industries relations change since the end of last century. Instead of a subsidiary relation, in which the first had the domain of the music business modes, whereas the latter had to follow its demands, today they both dispute the control of a field of conflicts. However, if the conflict is given, we also see the production of zones of solidarity in which the industries work together. The result is the creation of new music business forms that privilege both the legality of the activity and the transference of its financing from the consumer to the sponsors. In this text, we try to show how these new business forms imply in problems in which the cultural offer is in the centre.

KEYWORDS:
music; internet; cultural industry.

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Publicado

2008-12-04

Como Citar

Nicolau Netto, M. (2008). Quanto custa o gratuito? Problematizações sobre os novos modos de negócio na música. Artcultura, 10(16). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/1502

Edição

Seção

Minidossiê Música & Indústria Fonográfica