Do tabuleiro à tela
estratégias de poder e biopolítica nos jogos
DOI:
https://doi.org/10.14393/RFADIR-53.1.2025.81816.97-113Palavras-chave:
biopolítica, jogos, manipulação, Governança, Era DigitalResumo
Este artigo tem como objetivo investigar de que maneira os jogos, do tabuleiro à tela, refletem e produzem racionalidades biopolíticas, analisando seu papel como dispositivos de poder na contemporaneidade e suas potencialidades como espaços de resistência. A metodologia utilizada na presente pesquisa consiste no estudo bibliográfico de cunho qualitativo com elaboração de revisão bibliográfica, tendo como meios de fundamentação teórica artigos científicos e livros do Michel Foucault, Byung-Chul Han e Shoshana Zuboff disponíveis on-line e também em versões físicas reunindo e comparando os diversos dados encontrados nas fontes consultadas e listando os principais fatores acerca da relação entre jogos e biopolítica. A questão central consiste em compreender como os jogos, do tabuleiro à tela, expressam racionalidades biopolíticas e podem atuar tanto como dispositivos de poder quanto como espaços de resistência. Os resultados indicam que, os jogos são atravessados por relações de poder eles não podem ser vistos apenas como entretenimento. Tanto os jogos de tabuleiro quanto os digitais trazem em si mecanismos de regulação, disciplina e governança da vida.
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