ADOECIMENTO DA POPULAÇÃO PRIVADA DE LIBERDADE: PERFIL DE MORBIDADE EM COMPLEXO PRISIONAL ESTADUAL
DOI:
https://doi.org/10.14393/Hygeia2274753Palavras-chave:
Prisioneiros, Morbidade, Pesquisa em enfermagemResumo
É fundamental o entendimento sobre as características de adoecimento da população privada de liberdade, inclusive pela visão da Enfermagem, categoria de responsabilidade direta pelos cuidados ao paciente. O presente estudo permitiu explorar a saúde prisional, a qual ainda possui lacunas informacionais que refletem na qualidade da assistência. Objetivou-se analisar o perfil de morbidade da população restrita de liberdade, na cidade de Mossoró, Rio Grande do Norte, Brasil. Trata-se de estudo exploratório, quantitativo, de campo e documental, baseado na caracterização sociodemográfica e no mapeamento documental de morbidades. Por meio da investigação em prontuários e fichas de cadastro penais, foram alcançadas cinco categorias para discussão: perfil sociodemográfico; perfil carcerário; perfil de morbidade; registros de saúde; exercício da Enfermagem no cárcere. Como resultado, os padrões de morbidade desaguaram em doenças osteomusculares, virais e dermatológicas nos apenados do sexo masculino, bem como psiquiátricas, ginecológicas e bacterianas do sexo feminino. Os achados revelaram novas descobertas sobre as enfermidades das pessoas privadas de liberdade e facilitaram o entendimento das nuances entre as doenças que se tornam mais propícias no contexto das prisões. Essa compreensão influi no fortalecimento das políticas públicas e redução das vulnerabilidades, ao passo em que fornece subsídio informacional sobre o ambiente carcerário.
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