IDENTIFICAÇÃO DE TERRITÓRIOS DE VULNERABILIDADE SOCIAL EM LONDRINA-PR

Autores

  • Filipe Antunes Lima Doutorando em Geografia FCT/UNESP - Presidente Prudente
  • Raul Borges Guimarães Professor Titular Departamento de Geografia - FCT-UNESP

DOI:

https://doi.org/10.14393/Hygeia143004

Palavras-chave:

Cartografia. Metodologia quantitativa. Vulnerabilidade social.

Resumo

Esse estudo busca identificar as áreas de Vulnerabilidade Social na cidade de Londrina-PR. Para isto, utilizou-se metodologia quantitativa de identificação elaborada por LIMA (2016) baseada em dados do CENSO IBGE 2010. Foram utilizados 21 indicadores divididos em duas dimensões: fatores de vulnerabilidade da população e do lugar, que juntos formam o índice Brasileiro de Vulnerabilidade Social - IBVS. Aplicando o IBVS à cidade de Londrina foram identificados os territórios de maior vulnerabilidade social, bem como onde suas dimensões, da população e do lugar, se apresentaram de forma mais intensa. Foi identificado que cerca de 20,9% dos setores censitários da cidade de Londrina encontram-se em situação de alta ou altíssima vulnerabilidade da população. Em relação à situação do lugar, 16,9% dos setores censitários foram considerados com alta ou altíssima vulnerabilidade. Por fim, foi identificado que 13,3% dos setores censitários da cidade de Londrina estão em situação de alta ou altíssima vulnerabilidade social. Tais resultados evidenciam a necessidade de avançar acerca do tema, não somente no campo científico, mas também das políticas públicas de superação dessa questão social complexa. Espera-se que os resultados dessa pesquisa sejam apropriados por pesquisadores e pelo poder público em busca de melhorias nesses territórios.

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Publicado

2019-02-05

Como Citar

LIMA, F. A.; GUIMARÃES, R. B. IDENTIFICAÇÃO DE TERRITÓRIOS DE VULNERABILIDADE SOCIAL EM LONDRINA-PR. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, [S. l.], v. 14, n. 30, p. 41–52, 2019. DOI: 10.14393/Hygeia143004. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/46621. Acesso em: 12 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos