ÍNDICE GERAL DE SAÚDE DOS UNIVERSITÁRIOS EM TRÊS CIDADES DO NORTE DE MINAS GERAIS - BRASIL

Autores

  • Lisa Vany Ribeiro Figueiredo

DOI:

https://doi.org/10.14393/Hygeia516928

Palavras-chave:

, estudantes universitários

Resumo

Este estudo teve como objetivo determinar índices gerais de saúde dos universitários em uma amostra de 301 acadêmicos de três cidades de diversos cursos e diferentes instituições de educação superior do Norte de Minas Gerais. Os sujeitos foram solicitados a responder a um questionário (QGS12) composto por questões sobre o comportamento relacionados à sua saúde física e bem-estar subjetivo. São variáveis dependentes a ansiedade, depressão e auto-confiança, as independentes foram: sexo, idade, residência, se fuma, se consome bebidas alcoólicas, estado civil, se praticam actividade física e com qual freqüência. A satisfação com a vida foi tomada como uma co-variável. Os universitários apresentaram o seguinte perfil: 56% são do sexo feminino, com idade entre 18 e 50 anos, 56,5% solteiros, 80% residentes em zona urbana, 62% são praticantes de alguma actividade física. O álcool é a substância mais utilizada pelos alunos pesquisados (48%), seguido pelo tabaco (15%). Os estudantes avaliam sua satisfação e bem-estar de modo bastante positivo. Quando comparados ambos os sexos, o masculino obteve a média de depressão mais elevada e o feminino uma maior média de ansiedade. Entre os universitários residentes na zona urbana e rural não houve diferenças significativas nos índices de saúde geral. Quanto ao estado civil e ou compromisso amoroso verificou-se que não interferem nos níveis gerais de saúde dos universitários, bem como não existem diferenças significativas entre fumantes e não fumantes e se fazem uso de bebida alcoólica ou não. No que se refere à prática de actividade física, observou-se uma diferença significativa no sexo masculino ao nível de ansiedade (valores de ansiedade mais alto). Quando fazemos a relação entre actividade física e saúde, não se verifica diferenças entre os sexos. Confrontando sexo e actividade física não aparecem diferenças relevantes entre os grupos. Todavia, apresentou diferença entre os que praticam mais de três vezes por semana e os que não praticam.

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Biografia do Autor

Lisa Vany Ribeiro Figueiredo

Graduada em Geografia, com especialização em Geografia e gestão ambiental, Mestranda em Educação e Promoção para a saúde pela Universidade de Tras-os-Montes e Alto Douro - Portugal.

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Publicado

04-10-2009

Como Citar

FIGUEIREDO, L. V. R. ÍNDICE GERAL DE SAÚDE DOS UNIVERSITÁRIOS EM TRÊS CIDADES DO NORTE DE MINAS GERAIS - BRASIL. Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, [S. l.], v. 5, n. 8, p. 23–35, 2009. DOI: 10.14393/Hygeia516928. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/16928. Acesso em: 30 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos