Pasquins, libelos e panfletos: a cultura do manuscrito na América portuguesa

Autores

  • Adriana Romeiro

DOI:

https://doi.org/10.14393/ArtC-V19n35-2017-2-07

Resumo

Este artigo discute a tradição e a circulação dos pasquins, libelos e panfletos no contexto luso-brasileiro, entre os séculos XVII e XVIII , focalizando o papel que desempenharam na cultura política do período. Forma de expressão privilegiada das crenças e valores políticos, esses manuscritos integraram o amplo repertório das ações políticas em curso no mundo ibérico, ocupando um lugar de destaque nas revoltas e sublevações. Originárias de uma tradição medieval, tais manifestações combinavam elementos das culturas popular e erudita, explorando o humor e a paródia como recursos estilísticos mais comuns. Apresentando-se geralmente como portadores da chamada "voz comum", eles são fontes valiosas para o estudo das ideias e práticas políticas da época moderna.

Palavras-chave: manuscrito; cultura; época moderna.

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Biografia do Autor

Adriana Romeiro

Doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Professora do Departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pesquisadora do CNPq. Coorganizadora, entre outros livros, de Cultura, arte e história: a contribuição dos jesuítas entre os séculos XVI e XIX. Belo Horizonte: Fino Traço, 2014.

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Publicado

2017-12-20

Como Citar

Romeiro, A. (2017). Pasquins, libelos e panfletos: a cultura do manuscrito na América portuguesa. Artcultura, 19(35). https://doi.org/10.14393/ArtC-V19n35-2017-2-07

Edição

Seção

Dossiê: Cultura luso-brasileira