Morte, historiografia, historicidade: sobre as formas do poder e do imaginário

Autores

  • Douglas Attila Marcelino

DOI:

https://doi.org/10.14393/ArtC-V18n33-2016-2-10

Resumo

Na primeira parte, este artigo analisa importantes estudos sobre a morte e suas vinculações com diferentes campos disciplinares ou perspectivas de abordagem. Enfatiza-se a maior ou menor relevância conferida ao problema da historicidade e as relações estabelecidas entre a morte, o imaginário e o poder. Partindo dessas questões iniciais, uma segunda parte examina três estudos sobre a morte na Antiguidade, que permitem refletir sobre as formas da representação histórica. Nesses casos, o tema da morte pode ser aproximado ao dos modos de racionalidade e sensibilidade que caracterizam um imaginário político, tornando-se o centro de reflexões que permeiam áreas diversas, como a história, a antropologia e a teoria literária. Esse tipo de enfoque parece sugerir possibilidades de tratamento que ultrapassam o estabelecimento restritivo de fronteiras disciplinares.

Palavras-chave: morte; poder; historiografia.

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Biografia do Autor

Douglas Attila Marcelino

Doutor em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professor do Departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

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Publicado

2017-03-27

Como Citar

Marcelino, D. A. (2017). Morte, historiografia, historicidade: sobre as formas do poder e do imaginário. Artcultura, 18(33). https://doi.org/10.14393/ArtC-V18n33-2016-2-10

Edição

Seção

Artigos