Os portões de Tebas: o que os trabalhadores sabem da História?

Autores

  • Michael Merrill Universidade Estadual de Nova Iorque(SUNY)/Centro para Estudos de Trabalho Harry Van Arsdale Jr. da Faculdade Empire State

Resumo

História é convencionalmente ensinada como uma narrativa estabelecida, fixa e imutável, a qual nós podemos apenas saber aproximadamente. Para se tornar um historiador é necessário primeiro dominar essa narrativa estabelecida, para que, uma vez realizada essa tarefa, possamos acrescentar. "Os portões de Tebas" argumenta que a História não é fixa e imutável, mas fluida e em constante transformação. Não é o passado. É uma história que nós contamos sobre o passado. Como resultado, na medida em que aquele que conta a história e o contexto no qual essa história é contada muda, a história muda também. As implicações dessa fluidez e variabilidade, do fato de que a História é uma narrativa não confiável, mesmo quando contada pelo narrador mais confiável, é explorada com referência à escrita de histórias alternativas e o ensino de versões alternativas do passado para alunos da classe trabalhadora nos Estados Unidos. 

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Biografia do Autor

Michael Merrill, Universidade Estadual de Nova Iorque(SUNY)/Centro para Estudos de Trabalho Harry Van Arsdale Jr. da Faculdade Empire State

Reitor no Centro para Estudos de Trabalho Harry Van Arsdale Jr. da Faculdade Empire State na Universidade Estadual de Nova Iorque.

 

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Publicado

2016-01-05

Como Citar

MERRILL, M. Os portões de Tebas: o que os trabalhadores sabem da História?. Revista História & Perspectivas, [S. l.], v. 28, n. 53, 2016. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/historiaperspectivas/article/view/32761. Acesso em: 30 nov. 2022.