A formação do pesquisador e a dimensão ético-profissional

Autores

  • Carlos Henrique de Carvalho História/Educação/UFU
  • Wenceslau Gonçalves Neto História/Educação/UFU

Resumo

Este artigo tem por finalidade apresentar algumas das atuais polêmicas que emergiram após a publicação da Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, a qual substituiu a Resolução nº 196, de 10 de outubro de 1996. Para além das implicações de caráter legal, desencadeadas pela referida Resolução nº 466/12, é nosso objetivo também tecer algumas considerações em torno da formação dos pesquisadores, discutindo questões relativas à sua formação, tendo como horizonte a dimensão ético-crítica dos procedimentos investigativos, bem como suas repercussões no universo investigado, isto é, considerar os princípios éticos ao se realizar estudos, mas com os "olhares" voltados para os múltiplos espaços/sujeitos envolvidos no processo constitutivo da produção do conhecimento: a pesquisa.

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Biografia do Autor

Carlos Henrique de Carvalho, História/Educação/UFU

Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP). Professor da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq nível 1C.

Wenceslau Gonçalves Neto, História/Educação/UFU

Doutor em História pela Universidade de São Paulo (USP). Professor dos Programas de Pós-Graduação em História e em Educação da Universidade Federal de Uberlândia e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Uberaba. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq nível 1B.

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Publicado

2015-07-22

Como Citar

CARVALHO, C. H. de; NETO, W. G. A formação do pesquisador e a dimensão ético-profissional. Revista História & Perspectivas, [S. l.], v. 27, n. 52, 2015. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/historiaperspectivas/article/view/30959. Acesso em: 29 maio. 2022.

Edição

Seção

DOSSI