A DISSIMULAÇÃO PRUDENTE E O SIMULACRO ARTIFICIOSO NAS EPOPEIAS OS LUSÍADAS (1572) E PROSOPOPEIA (1601)

Autores

  • Cleber Vinicius do Amaral Felipe História/UFU

Resumo

O propósito deste artigo é perscrutar o lugar da simulação e da dissimulação nas obras Os Lusíadas(1572), de Camões, e Prosopopeia(1601), de Bento Teixeira. Embora o foco da pesquisa volte-se para esses dois exemplares, outros textos mais ou menos contemporâneos a eles serão retomados, sobretudo quando tratam direta ou indiretamente dos atributos acima referidos. Em termos gerais, há, de um lado, a dissimulação honesta, entendida como técnica católica prudente e legítima, e a simulação, técnica maquiavélica altamente censurável.

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Biografia do Autor

Cleber Vinicius do Amaral Felipe, História/UFU

Mestrando em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), sob a orientação do Prof. Dr. Guilherme Amaral Luz. Agradecemos à Capes pela concessão de uma bolsa de estudos.

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Publicado

2014-08-27

Como Citar

FELIPE, C. V. do A. A DISSIMULAÇÃO PRUDENTE E O SIMULACRO ARTIFICIOSO NAS EPOPEIAS OS LUSÍADAS (1572) E PROSOPOPEIA (1601). Revista História & Perspectivas, [S. l.], v. 27, n. 50, 2014. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/historiaperspectivas/article/view/27511. Acesso em: 24 jun. 2022.

Edição

Seção

Artigos